Não sei bem o que é,mas há algo
presente em cada centímetro do teu sorriso que me dá vontade de chutar a porta
que dá pra rua e sair correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que
me priva de usar todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer
todas as minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça
de uma imbecilidade infantil.
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me diz, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
Eu fico sem saber o que fazer, me escondo atrás de um arranjo, musical ou de flores.
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me diz, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
Eu fico sem saber o que fazer, me escondo atrás de um arranjo, musical ou de flores.
Não sei bem o que é, mas cada
vez que converso contigo, a felicidade sobrepõe-se a todas as coisas, tu me
traz uma paz comparável á um anjo, talvez seja isso que tu seja, um anjo.
Não sei bem o que é, mas sinto.